Auxílio-doença para desempregados, veja

A primeira coisa que você precisa saber é se você se qualifica para Auxílio-doença.

Digo isso porque, apesar de ser uma das regalias mais conhecidas e de quase todo mundo já ter ouvido falar, existem detalhes específicos que costumam gerar muitas dúvidas na hora de se candidatar.

Você gosta de dar uma olhada? Muitas pessoas pensam que o simples fato de estar doente ou receber um diagnóstico já as qualifica para o atendimento do INSS, mas não é bem assim.

Por isso, reuni aqui informações valiosas sobre os requisitos necessários para ter direito a esse benefício, esteja você desempregado ou não. O benefício de invalidez temporária, antigo auxílio-doença, é pago ao segurado que se encontra impossibilitado de exercer atividades laborais por motivo de doença ou acidente.

Após solicitar o INSS, você será avaliado por um médico especialista, uma das etapas mais importantes para a obtenção do benefício, pois é nesse momento que é confirmado se você está incapacitado para o trabalho. Mesmo que você esteja gravemente doente, os peritos médicos do INSS analisam que você não pode trabalhar.

Mais um detalhe importante: o trabalhador precisa ficar incapacitado por mais de 15 dias para poder requerer o auxílio-doença, considerando que o empregador é responsável pelo pagamento dos primeiros 15 dias de comprovação.

Os desempregados ou contribuintes individuais, contribuintes facultativos, empregados domésticos e outros tipos de segurados devem requerer o auxílio-doença o mais rápido possível após a constatação de sua incapacidade.

Pessoas desempregadas também podem receber auxílio-doença

Para garantir o auxílio-doença (atualmente conhecido como benefício por incapacidade temporária), o trabalhador deve atender a três requisitos básicos, a saber:

  • Não pode trabalhar;
  • ter cumprido a carência mínima de 12 meses;
  • Tem a condição de segurado.
  • No último requisito, a qualidade de titularidade do segurado está acompanhando a contribuição, para que possa garantir a qualidade do segurado para a Previdência Social.

No entanto, mesmo que não haja pagamento ao INSS, é possível permanecer segurado por meio de um importante mecanismo conhecido como carência.

Período de carência

Em resumo, a carência nada mais é do que o tempo exigido por lei para deixar de contribuir com o INSS, mas ainda assim manter a qualidade de segurado.

Portanto, mesmo se você perder o emprego, terá benefícios garantidos do Seguro Social, como auxílio-doença e auxílio-maternidade. Afinal, não é justo pensar que você foi demitido e perder imediatamente seus direitos previdenciários e benefícios do INSS.

É por isso que foi criado um mecanismo chamado período de carência para mantê-lo coberto enquanto você não puder fazer novas contribuições para a Previdência Social. Funciona assim: ao parar de trabalhar remunerado, você ganha proteção previdenciária por até 12 meses contados da última contribuição ao INSS.

Resumindo, após o desligamento do emprego, o direito ao benefício do INSS continua garantido por, no mínimo, mais 12 meses.

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