Nova Demissão Silenciosa Vem Assustando Trabalhadores: Veja Como É Abordada

Já ouviu falar de “demissão silenciosa”? Esta modalidade de demissão, mesmo pouco conhecida, existe. Veja como funciona.

Mesmo sendo uma modalidade de demissão ainda pouco desconhecida, ela existe e vem assustando milhões de assalariados em todo o mundo.

Dessa forma, verifica-se que esta demissão não é necessariamente uma demissão em si, mas é um tipo de limitação trabalhista.

Sendo assim, mensagens fora do horário de trabalho não são respondidas. Também, atividades que podem ser feitas no expediente não irão tomar espaço na vida do colaborador.

Este tipo de seguimento no Estados Unidos, atinge aqueles denominados workaholics, em tradução não literal “viciados em trabalho”.

Isto ocorre, pois, as redes sociais estão tomando cada vez mais tempo na vida das pessoas. Outrossim, a nova modalidade ganhou grande destaque no TikTok e no Twitter, onde trabalhadores de várias empresas manifestaram insatisfação com seus empregos e assim apresentaram a busca por empregos que permitam uma vida mais privada fora do serviço.

Verifica-se que, esta nova modalidade começou a ganhar força, uma vez que ocorreu uma onda de casos de Burnout durante a pandemia de covid-19.

Demissão Silenciosa: Precarização do trabalho agravou a Síndrome de Burnout

Assim, segundo estudos na área, cerca de 38% de trabalhadores disseram ter sofrido da Síndrome de Burnout ao longo do ano de 2021. Dessa maneira, 32% informaram que houve uma mudança negativa na saúde mental, em função do trabalho e a pressão pandêmica.

Ademais, a modalidade home office forçado trouxe também um acúmulo de trabalho, e assim, as fronteiras entre casa e trabalho foram removidas, de maneira que os colaboradores trabalharam até 3 vezes mais do que o combinado.

Concernente à legislação trabalhista, expressam-se regras esclarecidas por contrato que delimitam as funções exercidas e que asseguram que o colaborador não venha a desviar-se do que foi acordado.

Portanto, a CLT expressa ainda que, existam direitos e garantias para proteger o funcionário de assédio moral e demandas fora do horário do expediente.

Nesta linha, o trabalhador tem direito a 11 horas de intervalo entre dois dias de expediente e descanso semanal remunerado, bem como férias anuais com remuneração.

Vale lembrar que essas garantias estimulam a separação entre vida pessoal e trabalho, sendo muito importante para uma performance produtiva no ambiente de trabalho, além de saúde e bem-estar, de maneira a evitar o Burnout.

Por fim, conclui-se que é de extrema importância que os profissionais estejam amparados por advogados e pela lei, defendendo seus direitos trabalhistas e sindicais.

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