AGU revela que nove empresários de MG financiaram atos golpistas

Nove financiadores são mineiros, segundo uma lista de 54 empresários acusados ​​de financiar a tentativa de golpe de 8 de janeiro pela Advocacia-Geral da União (AGU). – Sexta-feira (13/2). O Estado de Minas tem acesso assim ao arquivo. Segundo a AGU, a Justiça Federal do Distrito Federal foi intimada a ordenar o bloqueio dos bens dos acusados ​​de financiar o aluguel de veículos. E pagar R$ 20,7 pela destruição da sede dos três poderes. milhões de dólares devido a atos de vandalismo.

“Percebe-se também pela análise dos autos que alguns dos inicialmente identificados como réus esclareceram quem eram os verdadeiros empreiteiros/locatários dos ônibus utilizados no transporte de pessoas para o evento”. Diz o documento da AGU.

Segundo a AGU, a operação envolveu tanto os envolvidos quanto as empresas financiadoras do crime.

O valor do prejuízo foi calculado com base em dados fornecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Palácio do Planalto, Câmara dos Deputados e Senado Federal. Todos visados ​​por bolsonaristas radicais. Esta é a primeira vez que um veredicto final é solicitado assim desde que uma investigação sobre a condução do golpe foi lançada. Ao todo, a AGU processou assim 178 pessoas na Justiça. Cinco deles eram assim da capital e quatro do interior.

A Alves e Transportes LTDA do Tocantins está listada dessa forma como uma das financiadoras, juntamente com a Primavera Tur Transporte Eireli do estado do Mato Grosso. Assim como a Associação Direita Cornélio Procópio, o Sindicato Rural de Castro e a RV da Silva Serviços Florestais LTDA do estado do Paraná também são listadas pela AGU. “Nesse sentido, a Coalizão destaca então que esses réus tiveram participação decisiva nos desdobramentos fáticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, devendo, portanto, responder pelos danos causados ​​ao patrimônio público federal”, acrescentou a AGU.

A Procuradoria-Geral da República abriu quatro processos contra os acusados ​​de financiar ou participar diretamente dos atos. Em três desses pedidos, o Judiciário determinou assim que os bens dos envolvidos foram bloqueados. Um total de 178 pessoas são suspeitas de encorajar a tentativa de golpe de 8 de janeiro.

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