Prova De Vida do INSS ganha novo formato

Cerca de 17 milhões de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devem apresentar prova de vida. Antes, o beneficiário era obrigado a apresentar prova de vida na agência bancária onde recebia o dinheiro. No entanto, a forma como a prova viva é fornecida mudou. O ônus da prova de vida agora é do próprio INSS. Pelas novas regras, os municípios devem coletar e coletar evidências de que os cidadãos estão vivos por meio de bancos de dados do governo e de órgãos parceiros.

Nova prova de vida O INSS terá 10 meses (a partir do aniversário do beneficiário) para provar que o titular está vivo. Se a agência não apresentar a prova nesse prazo, o segurado terá mais dois meses para provar que está vivo. Caso o INSS não consiga comprovar que o segurado está vivo, deverá enviar notificação ao titular para que este apresente prova de vida.

Nova prova de vida


O INSS tem 10 meses a partir do aniversário do beneficiário para comprovar que o titular está vivo. Se a agência não apresentar a prova nesse prazo, o segurado terá mais dois meses para provar que está vivo.

Caso o INSS não consiga comprovar que o segurado está vivo, deverá enviar notificação ao titular para que este apresente prova de vida. As notificações podem ser recebidas por meio do telefone 135 da central de atendimento, do aplicativo Meu INSS ou da rede do banco responsável pelo pagamento dos benefícios.

Mas o segurado que desejar pode continuar renovando a prova de vida na agência do banco onde recebe a pensão ou por meio do aplicativo “Meu INSS”.

Veja como o INSS vai comprovar que o segurado está vivo:

  • Acesso ao app Meu INSS com Selo Ouro (utilizando biometria);
  • Acesso a outras aplicações e sistemas de instituições e entidades públicas através de autenticação e controlo de acesso;
  • Extração de benefícios via identificação biométrica;
  • enviar declarações de imposto de renda;
  • Vacinação;
  • votar nas eleições;
  • Contratos de empréstimo de salário (utilizando biometria);
  • Identificação biométrica de órgãos de previdência social para atendimento presencial ou entidades ou órgãos parceiros;
  • Perícia médica via telemedicina ou presencial;
  • Prestar serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ou redes correlatas;
  • Cadastrar-se ou recadastrar-se em órgão de trânsito ou de segurança pública;
  • Atualização do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
  • Emissão ou renovação de passaportes, cartas de condução, autorizações de trabalho e bilhetes de identidade;
  • alistar-se no exército;
  • Emitir outros documentos oficiais que exijam a presença física do usuário ou identificação biométrica.

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