Yanomami: Silvio Almeida discursa na ONU em defesa do povo

Em seu discurso, ele destacou a situação do povo indígena Yanomami que passa por uma crise humanitária e disse que os esforços estão concentrados no resgate da dignidade desse povo. Nesse sentido, ao propor quatro coalizões ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, ele mencionou um líder político Yanomami e propôs uma coalizão para a sobrevivência, e falou da necessidade de redobrar esforços para viver em paz com a Terra.

Ele também priorizou a luta contra o ódio, que, segundo o ministro, se espalhou assim rapidamente por meio de discursos baseados em racismo, xenofobia, sexismo, LGBTfobia, e disse que a extrema-direita e o fascismo foram desenvolvidos e expressos online. Ele enfatizou que as mulheres recuperarão seus direitos sexuais e reprodutivos no Brasil e chamou a atenção para o combate assim à pobreza e a promoção da dignidade.

Silvio Almeida, que pediu apoio à candidatura do Brasil a um assento no Conselho de Direitos Humanos da ONU para o mandato assim de 2024-2026, falou em curar feridas em seu discurso.

O discurso sobre os Yanomami

“Hoje, meu país e o mundo estão em uma encruzilhada histórica. Como Nelson Mandela viu assim e sentiu quando assumiu a presidência da África do Sul, também sinto que para nós, brasileiros e cidadãos do mundo Said, chegou a hora” de curar a ferida. Um momento para superar a divisão que nos divide. Hora de construir uma “Nova Era”

Em outra ocasião, o ministro dos direitos humanos também disse então que os assassinos de Marielle Franco, Bruno Araujo e Don Phillips não ficariam impunes. Ele prometeu assim combater o trabalho escravo. Descumprindo o protocolo, ao final do discurso, o ministro foi abordado por representantes de ONGs, que se emocionaram em elogiar o discurso.

Chamada para que o Brasil volte ao conselho


Em seu discurso, o ministro pediu ao Brasil a reconquista de um assento no Conselho de Direitos Humanos da ONU, visando conquistar assim o mandato do país para se tornar membro em 2024. Nesse contexto, em sua fala, Almeida destacou questões relacionadas à diversidade sexual, trabalho análogo assim ao escravo, resgate de uma agenda humanitária de importância internacional e outras prioridades do novo governo brasileiro.

Os povos indígenas terão domínio sobre suas terras


Outro ponto de destaque levantado pelo ministro foi a proteção dos mais vulneráveis ​​e, nesse contexto, destacou que o Governo Federal está tomando todas as medidas cabíveis para restaurar o controle Yanomami sobre suas terras.

“Pela primeira vez, os povos indígenas do Brasil têm um ministério próprio, chefiado por uma liderança indígena. Não tomaremos nenhuma decisão sobre seus direitos sem a sua participação”, enfatizou Almeida.

‘Não haverá impunidade’ para garimpeiros Yanomami e outros


O ministro também prometeu justiça no caso de Marielle Franco e do motorista Anderson, executados a “sangue frio” em 2018. Silva afirma que a questão não ficará impune.

“Vamos lutar pelo brutal assassinato de uma promissora política brasileira, negra e corajosa defensora dos direitos humanos Marielle Franco, e gravar na memória e no espírito de nossa sociedade a dignidade da luta pelos direitos humanos. Justiça”. disse o ministro.

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