Como organizar as finanças? As 6 melhores dicas para iniciantes
Saiba como iniciar um planejamento financeiro pessoal ou familiar a partir de alguns passos simples.
Planejamento financeiro nada mais é do que a aplicação de uma série de técnicas e estratégias que acabam tendo como principal objetivo criar uma organização do dinheiro que entra e na forma como ele sai. Dentro desse planejamento, é possível ainda traçar uma série de planos e objetivos diante das mudanças que serão promovidas.

Você pode gostar:
Tesouro ou CDB? Lucre mais em 2025 Faça parte dos investidores de 2026! 8 livros para dominar seu dinheiroCom essa definição, basicamente existem três grandes passos que devem ser dados a partir do momento que as pessoas decidem iniciar um processo de planejamento financeiro. O primeiro deles é justamente a definição das metas, que basicamente é o que motiva a criação desse planejamento.
O segundo é o conjunto de estratégias que precisam ser definidas para que essas metas sejam alcançadas. E, por último, existem os planos de ação, que basicamente consistem nas atividades que serão realizadas na prática, justamente para que esse dinheiro seja bem aplicado, para que os gastos sejam controlados e para que os caminhos até os objetivos sejam trilhados.
Para quem está começando e fica um pouco perdido em relação ao que deve ser feito, essas dicas vão ajudar qualquer pessoa ou família a ter o seu próprio planejamento financeiro:
Anote toda a receita e todas as despesas
O primeiro passo é ter uma ideia concreta da realidade financeira, seja ela própria ou da família, sem confiar apenas no que se sabe de cabeça. Por isso, é muito importante começar a compilar essas informações e os dados, anotando todo o dinheiro que entra, de todas as fontes, e todo o dinheiro que sai.
Anotar quanto as pessoas ganham é fácil, já que as fontes de renda acabam sendo muito menos, em termos de quantidades, do que as despesas. Mas na hora de anotar tudo o que se gasta, pode ser interessante separar um período de tempo justamente para anotar tudo, tanto as despesas fixas como aqueles gastos que vão sendo feitos no dia a dia.
Divida as despesas por categorias
A partir do momento que a pessoa já tenha registrado todas as suas despesas, é muito importante que elas sejam classificadas e organizadas por categorias. Isso vai ser crucial na hora de criar um planejamento com limites de gastos. Essas categorias variam de acordo com a realidade financeira de cada indivíduo ou de cada família.
Uma forma de divisão mais simples, por exemplo, é separar as contas em 3 grandes grupos: Gastos essenciais (água, luz, telefone, aluguel, mensalidade de escola, etc.), Gastos não essenciais (Lazer, serviços adicionais, passeios, etc.) e Dívidas (Financiamentos de longo prazo, negociação de dívidas atrasadas, etc.).
Mas também pode ser interessante dividir em grupos ainda menores, justamente para que as pessoas consigam saber, de fato, no que elas gastam e onde elas podem cortar despesas.
Faça listas de compras
Um dos principais vilões de qualquer planejamento financeiro é a compra por impulso, que acaba sendo cada vez mais comum nos dias de hoje. Por conta disso, é fundamental trabalhar basicamente com listas de compras, em todos os momentos.
Na hora de ir ao mercado, por exemplo, as pessoas devem sempre ir munidas de uma lista dos itens que, de fato, precisam ser adquiridos. O mesmo vale para as compras mais caras, criando uma lista do que realmente é necessário do que pode ser deixado para outro momento.
Crie o hábito de pesquisar os preços
A compra por impulso, muitas vezes, também acaba impedindo que as pessoas sigam uma das regras mais básicas do consumo: a pesquisa de preço. Existem grandes variações nos valores que são cobrados por um mesmo produto ou por um mesmo serviço. Hoje em dia, a internet facilita bastante essa pesquisa, mas também existe a possibilidade de fazer da forma tradicional, indo até os estabelecimentos.
Além da pesquisa de preços, pode ser interessante ir um pouco além e fazer pesquisas de marcas ou de prestadores de serviços, buscando sempre a melhor relação custo-benefício.
Evite dívidas de longo prazo
É muito importante também evitar aquelas dívidas que sejam consideradas muito extensas, tirando os financiamentos de imóveis e veículos, que normalmente acabam tendo essas características. Mas, por exemplo, parcelamentos muito extensos no cartão de crédito e em determinados pagamentos de impostos e tributos podem acabar complicando a vida financeira das pessoas no futuro.
Crie uma reserva de emergência
Leia também:
Mude seu mindset: economize já Identifique boletos falsos em 5 passos 5 jeitos rápidos de pagar com PixIndependentemente das metas e dos objetivos que forem sendo criados para esse planejamento financeiro, é muito importante criar uma reserva financeira que será destinada apenas a casos de emergência. Esse valor deve ser investido em uma opção segura, com rentabilidade acima da inflação, e deverá ser utilizado nos casos em que as pessoas perdem sua principal fonte de renda, ou então em situações realmente emergenciais que exijam gastos que não estavam planejados.